Subsídios para o estudo do livro Os Mensageiros

O site do Instituto Espírita André Luiz disponibiliza diversas sinopses, ou roteiros resumidos e comentados, de diversas obras da série Nosso Lar e de muitas outras obras espíritas. Sobre o livro Os Mensageiros,  há uma sinopse valiosa elaborada por Eurípedes Kühl – SOCIEDADE ESPÍRITA ALLAN KARDEC. Há uma relação dos irmãos citados no livro, encarnados, desencarnados e os respectivos capítulo e página onde são pela primeira vez mencionados. Além disso, são apresentados resumos dos capítulos, dado o conteúdo doutrinário ou o objetivo principal da obra.

Confira. Clique  http://www.institutoandreluiz.org/sinopse_os_mensageiros.html

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REDE MUNDO MAIOR

É possível assistir a REDE MUNDO MAIOR, EMISSORAS DE TELEVISÃO DA FUNDAÇÃO ESPÍRITA ANDRÉ LUIZ, na internet , 24 horas, no link http://www.redemundomaior.com.br/

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PALESTRA “OS BONS ESPÍRITAS”–EMERSON V DA SILVA

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Acordemos

É sempre fácil
examinar as consciências alheias,
identificar os erros do próximo,
opinar em questões que não nos dizem respeito,
indicar as fraquezas dos semelhantes,
educar os filhos dos vizinhos,
reprovar as deficiências dos companheiros,
corrigir os defeitos dos outros,
aconselhar o caminho reto a quem passa,
receitar paciência a quem sofre
e retificar as más qualidades de quem segue conosco…

Mas enquanto nos distraimos,
em tais incursões a distância de nós mesmos,
não passamos de aprendizes que fogem, levianos, à verdade e à lição.

Enquanto nos ausentamos
do estudo de nossas próprias necessidades,
olvidando a aplicação dos princípios superiores que abraçamos na fé viva,
somos simplesmente
cegos do mundo interior
relegados à treva…

Despertemos, a nós mesmos,
acordemos nossas energias mais profundas
para que o ensinamento do Cristo
não seja para nós uma bênção que passa, sem proveito à nossa vida,
porque o infortúnio maior de todos
para a nossa alma eterna
é aquele que nos
infelicita quando a graça do Alto
passa por nós em vão!…

Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Caridade.
Ditado pelo Espírito André Luiz.
Araras, SP: IDE, 1978

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Acordemos

É sempre fácil
examinar as consciências alheias,
identificar os erros do próximo,
opinar em questões que não nos dizem respeito,
indicar as fraquezas dos semelhantes,
educar os filhos dos vizinhos,
reprovar as deficiências dos companheiros,
corrigir os defeitos dos outros,
aconselhar o caminho reto a quem passa,
receitar paciência a quem sofre
e retificar as más qualidades de quem segue conosco…

Mas enquanto nos distraimos,
em tais incursões a distância de nós mesmos,
não passamos de aprendizes que fogem, levianos, à verdade e à lição.

Enquanto nos ausentamos
do estudo de nossas próprias necessidades,
olvidando a aplicação dos princípios superiores que abraçamos na fé viva,
somos simplesmente
cegos do mundo interior
relegados à treva…

Despertemos, a nós mesmos,
acordemos nossas energias mais profundas
para que o ensinamento do Cristo
não seja para nós uma bênção que passa, sem proveito à nossa vida,
porque o infortúnio maior de todos
para a nossa alma eterna
é aquele que nos
infelicita quando a graça do Alto
passa por nós em vão!…

Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Caridade.
Ditado pelo Espírito André Luiz.
Araras, SP: IDE, 1978

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Além da Noite

Grupo AME Por que dizer que a vida é triste, que o mundo é mera fantasia Felicidade não existe, e que o amor é hipocrisia Por que viver nessa amargura, e maldizendo o amor de deus Por que chorar só … Continue lendo

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Súplica a Jesus

Grupo AME

Jesus, no silêncio da prece
Teus irmãos a Ti pedem paz,
Pra aliviar um pouco as aflições
Senhor enxugai nosso pranto
Precisamos do Teu amor
e sentir Tua presença
Envolver nossos corações
Por isso vem, Jesus . . .

Jesus, no silêncio da prece
Teus irmãos a Ti pedem paz,
Pra aliviar um pouco as aflições
Senhor enxugai nosso pranto
Precisamos di Teu amor
e sentir Tua presença
Envolver nossos corações
Por isso vem, Jesus . . .

E ir ao Teu encontro,
Queremos Te seguir
E afastar o mal da terra
E acabar de vez com a guerra
E caminharmos juntos rumo a luz

E ir ao Teu encontro,
Queremos Te seguir
E afastar o mal da terra
E acabar de vez com a guerra
E caminharmos juntos rumo a luz

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Sobre o Carnaval

Texto publicado no site Limeira Espírita, Boletim informativo da Associação Espírita de Estudos Evangélicos Francisco de Paula Victor http://www.paulavictor.com.br/le/artigo5010207.htm

A cidade, regorgitante, era um pandemônio. A multidão de desencarnados que se misturava à mole humana em excitação dos sentidos físicos, dominava a paisagem sombria das avenidas, ruas e praças feericamente iluminadas, mas cujas luzes não venciam a psicosfera carregada de vibrações de baixo teor. Parecia que as milhares de lâmpadas coloridas apenas bruxuleavam na noite, como ocorre quando desabam fortes tempestades.

Os grupos mascarados eram acolitados por frenéticas massas de seres espirituais voluptuosos, que se entregavam a desmandos e orgias lamentáveis, inconcebíveis do ponto de vista terreno.

Uns magotes desenfreados atacavam os burlescos transeuntes, tentando prejudicá-los com as induções nefastas que se permitiam transmitir.

Outros, compostos de verdugos que não disfarçavam as intenções, buscavam as vítimas em potencial para alijá-las do equilíbrio, dando início a processos nefandos de obsessões demoradas.

A sucessão de cenas, deprimentes umas, selvagens outras, era constrangedora.

Os trechos acima, do autor espiritual Manoel Philomeno de Miranda no livro Nas fronteiras da Loucura, psicografado por Divaldo Pereira Franco, são apenas fragmentos de uma experiência vivida pelo autor no plano espiritual, por ocasião de um carnaval na cidade do Rio de Janeiro.

Chama-nos a atenção a advertência do mentor espiritual Bezerra de Menezes a Manoel Philomeno de Miranda, contida na narrativa do mesmo livro: – Miranda, de nossa parte, nenhuma censura ao comportamento dos nossos irmão. Grande, expressiva faixa da humanidade terrena transita entre os limites do instinto e os pródomos da razão, mais sequiosos de sensações do que ansiosos pelas emoções superiores. Natural que se permitam, nestes dias, os excessos que reprimem por todo o ano, sintonizados com as Entidades que lhes são afins. É de se lamentar, porém, que muitos se apresentam, nos dias normais, como discípulos de Jesus, preferindo agora, Baco e os seus assessores de orgia ao amigo Afetuoso…

O carnaval, para os que não estão nada preocupados com outra coisa senão a “folia”, é uma excelente oportunidade para descontrair, extravasar, é uma espécie de vale tudo, onde regras de comportamento são quebradas, excessos são permitidos, proporcionando desequilíbrios e mais desequilíbrios. Na atualidade, fala-se muito sobre violência, a pornografia, as drogas, os desregramentos sexuais, porém a cada carnaval que passa tudo isso toma cores acentuadas no noticiário. Se por um lado existe a preocupação com o alcoolismo, é nessa época que mais se vê o incentivo ao consumo de álcool, a título de evitar que a AIDS se alastre, distribui-se preservativos como se atira confete, com propagandas que não esclarecem quanto ao abuso do sexo, mas sim o incentivam.

Voltemos à narrativa de Manoel Philomeno de Miranda. “Desde a sexta-feira que as equipes arregimentadas tomavam postos, completando-se as providências, na noite de sábado, quando os foliões surgiram e os bailes ruidosos, carregados de bebidas, drogas e permissividades tiveram início.

Trabalhadores do nosso plano diligenciavam atendimentos a pessoas encarnadas que, em parcial desprendimento pelo sono, rogavam ajuda para os familiares inexperientes, que se arrojavam à folia enlouquecedora; afetos que se preocupavam com a alucinação de pessoas queridas, que se desvincularam dos compromissos assumidos, a fim de mais se atirarem no Dédalo das paixões; Espíritos que pretendiam volver à carne e pediam oportunidades, nos lances dos encontros irresponsáveis; desencarnados que solicitavam apoio para pessoas amadas com problemas de saúde; urgências para recém-desencarnados em pugnas decorrentes da ingestão de bebidas alcoólicas, de desvarios sexuais, das interferências subjugadoras de seres obsidentes…”

Esses trechos apenas descortinam alguns acontecimentos que o olho humano não vê, mas que são uma infeliz realidade dos que se comprazem com as sensações e paixões efêmeras da matéria, em sintonia com espíritos infelizes que por sua vez também estão presos às mesmas coisas.

Quanto aos que ainda se iludem com o carnaval, dizendo que vão só se divertir um pouquinho, não vão se misturar aos demais, cabe uma colocação importante, não importa aonde vamos e como entramos, mas sim como saímos.

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O PODER DAS PALAVRAS

 

PALAVRAS DIFERENTES PODEM MUDAR O MUNDO

É um dia bonito Mas eu não posso vê-lo Havia um cego em uma calçada pedindo dinheiro para suas necessidades.

Ele estava dizendo: “Por favor me ajude, sou uma pessoa cega”. Conseguia algumas poucas moedas, mas infelizmente não era capaz de arrecadar dinheiro suficiente nem para comer.

Então certa tarde, uma jovem muito inteligente se aproximou, observou a placa do senhor, ao que teve uma idéia, e então tomando a placa em suas mãos, a reescreveu. Devolvendo-a ao senhor lhe disse, para que a mantivesse ao seu lado…

Nesse mesmo dia o senhor recebeu mais doações do que poderia imaginar receber em uma tarde.

Mais tarde passando por ali novamente a jovem pergunta ao senhor se houve melhoras em suas doações, ao que lhe respondeu surpreso e emocionado que sim, e lhe pergunta qual o milagre ela teria feito…

Apenas usei Palavras Diferentes, as palavras tem o poder de tocar as pessoas…

E o que está escrito? Quis saber o senhor…

Ela então sussurra para ele: “É um dia bonito Mas eu não posso vê-lo”

É possível melhorar nossos resultados expressando a mesma ideia… de maneiras diferentes.

O poder das boas palavras pode mudar o mundo!

Robert ROCHA

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ESTUDO

Livro: Os Mensageiros

Autor: André Luiz (Espírito)

Psicografado por Francisco Cândido Xavier

Capítulo: 20

Título: Defesas contra o Mal

Local. Campo da Paz (1)

Personagens:  Aniceto (o instrutor de André e Vicente)

                      Alfredo (o administrador de Campo da Paz)

                      André Luiz e Vicente (aprendizes e membros da equipe que se dirige à Terra em trabalho de cooperação) 

GLOSSÁRIO

Soberbo; que impressiona pelo aspecto grandioso; belo, magnífico.

Baluarte: fortaleza enexpugnável, local absolutamente seguro.

Fortificação: forte

Alterosa: de altura elevada, alta.

Seteiras: pequenas aberturas nas muralhas, pelas quais se arremessavam setas (flexas) contra os inimigos sitiantes.

Paliçada: alinhamento de estacas que servem de barreira defensiva.

Barbacãs: muro avançado, construído especialmente entre a muralha e o fosso, para proteger pontos estratégicos de uma fortificação.

Penacho: conjunto de penas que adornam chapéus.

Incisivo: firme, peremptório, decisivo.

Pressuroso: apressado, que tem pressa.

Fatuidade: maneira de ser de quem é fátuo.

Fátuo; 1 –  muito estulto e com alta opinião sobre si mesmo; vaidoso e oco.

           2 – Que é tolo, insensato.

Aduzir: Expor ou apresentar (razões, argumentos, provas, etc)

Insofreável: incontrolável.

Obtemperar: argumentar com humildade e moderação.

Lenda: narração escrita ou oral, de carater maravilhoso, no qual os fatos são deformados pela imaginação popular ou pela imaginação poética; lenda.

Afável: delicado, educado no trato com outrem.

Fábula: narração breve, de caráter alegórico, em verso ou em prosa, destinada a ilustrar um preceito.

OBS.

Feudalismo

O feudalismo foi um modo de organização social e político baseado nas relações servo-contratuais (servis). Tem suas origens na decadência do Império Romano. Predominou na Europa durante a Idade Média[1].

(1) – Campo da Paz é um posto socorrista localizado próximo à crosta terrestre.

 

 

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